19 de fev. de 2011
Faça um planejamento anual para o seu grupo
17 de fev. de 2011
10 posts que um coordenador não pode deixar de ler:
23 de mar. de 2010
Dia 11 - Organize seu Grupo!!!
Os artigos desta Campanha estão listados aqui:
- Introdução: Quaresma: 40 dias de penitências para salvar seu Grupo
- Índice: Lista completa dos artigos da série
- Ou na categoria: Salvando o Grupo do fim
A organização é necessária para:
- Haver acompanhamento do desenvolvimento de cada coroinha;
- facilitar o trabalho de planejamento das reuniões e demais atividades do grupo;
- Manter a ordem e um registro das atividades do grupo.
- Para economizar tempo
- Para diminuir gastos
- Para economizar esforço
- Para acompanhar o andamento do Grupo
- Para registrar os fatos
- ara orientarmos quem vier a nos substituir
- Para acompanhar o desenvolvimento dos coroinhas
Fichas:
é interessantíssimo ter no grupo algumas fichas, elas facilitam a organização no Grupo de Coroinhas:
- Ficha de jogos, dinâmicas e canções;
- Ficha de locais para atividades (retiros, trabalho pastoral, passeios, manhãs de espiritualidade e lazer, etc.
- Ficha de reuniões do grupo com uma programação de cada reunião do mês;
- ficha de acompanhamento individual dos coroinhas.
- Um Livro ata para documentar as reuniões formais do Grupo: reuniões de coordenação, por exemplo;
- Livro-caixa, para eventual movimentação financeira
- Livro do Grupo, onde se registra História do Grupo através de fotos, textos, etc.
20 de mar. de 2010
Dia 10 - Que tipo de Coordenador você é?
Os artigos desta Campanha estão listados aqui:Hoje vou lhe indicar a leitura de um artigo que escrevi aqui no Portal do Acólito, de título:
- Introdução: Quaresma: 40 dias de penitências para salvar seu Grupo
- Índice: Lista completa dos artigos da série
- Ou na categoria: Salvando o Grupo do fim
27 de dez. de 2009
Existe um modelo ideal de grupo de Coroinhas?
Entretanto podemos discutir itens indispensáveis a Grupos de Coroinhas. Não estou apresentando aqu iuma receita pronto e aplicável a qualquer grupo ou paróquia. Não existe grupo ideal, pois tudo depende da realidade da comunidade em que o grupo está ou vai ser inserido. Mas é preciso citar esses itens indispensáveis:
Uma boa Coordenação:
Cada grupo de coroinhas precisa possuir uma coordenação que saiba trabalhar na constante formação de seus membros. Uma coordenação que saiba e queira trabalhar em conjunto com seu pároco. Na próxima postagem, falarei sobre alguns encargos da coordenação.
Um pároco aberto:
A maior dificuldade que encontrei como coroinha até os dias de hoje, foi encontrar na caminhada alguns padres que não davam tanta importância ao grupo. Uma boa conversa pode resolver. Lembro sempre as palavcras de Dom Héçder Câmara:
"Conversa franca faz bons amigos."
Número reduzido de coroinhas:
Já citei aqui no blog o grande exemplo de Jesus: Ele pregava às multidões mas tinha uma preocupação toda especial com os seus apóstolos. Com um grupo de apenas 12, ele os preparava para a evangelização dos povos.
O que acontece, de negativo, com grupos muito grandes? Principalmente a falta de amizade entre alguns membros e a inimizade gerada através da formação das "panelinhas", tão prejudiciais ao bom andamento de qualquer grupo.
Equipes e divisões de tarefas:
Um grupo que divide os trabalhos, entre os membros da coordenação e no grupo como um todo se fortalece e facilita a caminhada. Equipes como: acolhida, oração, animação, ambientação, etc. Organize o seu grupo em equipes, divida as tarefas... Mas é preciso sempre um boma acompanhamento dos trabalhos.
21 de dez. de 2009
A Relação entre Padre e a Coordenação do grupo
Onde está o erro nisso?
Simplesmente na falta de comunicação do Padre com a Coordenação. Se o Padre tivesse pedido a opinião dos coordenadores, estes diriam que é melhor nenhum menino (ou menino) vestir a túnica, "acolitar", sem ter terminado o seu curso de preparação.
Há 3 ou 4 meses, cerca de 30 meninos e meninas estão em preparação em nossa paróquia. Como de costume, nas duas semanas que antecedem a missa de vestição dos novos coroinhas, a coordenação do Grupo escala todos em dias diferentes para ir pegando a prática do serviço do altar.
neste caso, faltou ao padre o cuidado de pensar no que aquele convite renderia ao grupo: uma grande dor de cabeça para a coordenação, que agora tem que trabalhar as reclamações dos novatos e até de seus familiares.
Portanto, coordenadores, conversem abertamente com o Pároco de vocês, deixando claro qe, tudo que vocês farão daqui pra frente será com o seu conhecimento e consentimento e peçam que ele haja da mesma forma para com vocês, com o objetivo de evitar situações constrangedoras como essa.
17 de dez. de 2009
O que seu Grupo fará para comemorar o Natal?
Seguem algumas ideias para que todo o grupo comemore o Natal:
* Não preciso dizer para todos os Coroinhas irem à missa não é mesmo?
Sempre tem alguém que dá uma desculpinha para poder ficar com a namorada. Leva ela pra missa, uai.
Após a missa ou noutro horário vocês, como grupo, poderiam:
* Realizar alguma ação social: distribuição de alimentos, presentes, ou simplesmente - mas não menos importante - uma visita a hospital ou orfanato, ou ainda abrigo para idosos.
* Comemorar na casa de um dos Coroinhas ou com toda as famílias presentes.
Que tal fazer um bom encontro das famílias dos Acólitos. Todo mundo presente e confraternizando num determinado local.
Bom, são apenas algumas ideias para que vocês possam comemorar o Nascimento de Jesus Cristo - e não Papai Noel, como dizem por aí.
23 de nov. de 2009
Equipes de Serviços dentro do Grupo de Coroinhas
A primeira coisa que devemos ter em mente é que não devemos trabalhar sozinhos. Somos um Grupo. Pensando assim, que tal dividir as tarefas?
Mas antes de sugerir algumas equipes de trabalhos e de serviços, quero deixar bem claro que:
- Quando falo em dividir tarefas, não estou me referindo a separação de pessoas e consequentemente do Grupo. Estou me referindo a divisão para organização. Portanto a coordenação do Grupo deverá ter um cuidado todo especial para que as equipes não se transformem em verdadeiras "panelinhas".
- É interessante que haja um revezamento de tempos em tempos dos membros das equipes.
Equipe de serviço: Cuida da limpeza, organização e ornamentação do local do encontro/ reunião, deixando-o agradável à presença dos membros.
Equipe de Acolhida: recebe sempre com muita alegria e de formas variadas os participantes do encontro.
Equipe de Espiritualidade (ou de oração): fica encarregados momentos de oração (inicial, final e outros) que sempre devem estar presentes em cada atividade do grupo.
Equipe dinamizadora: é a que trás animação ao encontro, através de jogos e dinâmicas.
Equipe de formação: Procurará pessoas e assuntos para colaborar com a formação contínua dos coroinhas. Prepara os encontros, o tema, a (as) pessoa (s) que participará (ão) da formação dos demais membros.
Outras equipes vão surgindo no decorrer da caminhada.
_________
Na próxima postagem, iniciarei a preparação para o advento, com orientações litúrgicas e dicas práticas para melhor celebrarmos este Tempo Litúrgico.
20 de nov. de 2009
5 itens indispensáveis ao seu Grupo
"Que Ele cresça e eu diminua"
"A nós o trabalho, a Jesus o sucesso"
"Conversa franca faz bons amigos"
12 de nov. de 2009
Forme um Grupo de Cerimoniários em sua paróquia
Esta dica, claro, vai para os grupos que ainda desconhecem esta sugestão.
Você pode criar em seu Grupo uma equipe ou subgrupo de cerimoniários. Uma equipe de até 8 meninos e/ ou meninas, que estarão encarregados apenas (apenas mesmo!) da função de cerimoniário nas missas, especialmente as solenes.
Logicamente estes meninos e meninas que ficarem encarregados desta função poderão colaborar na formação dos demais coroinhas.
Este Grupo não será um outro Grupo de Coroinhas/ Acólitos dentro da paróquia. Mas uma equipe que se esforçará para estudar afundo a Liturgia, as formas de celebrações, enfim, o que estiver ligado à Liturgia, a fim de “ajudar” na Liturgia da melhor forma possível.
A primeira coisa a fazer para fundar este Grupo em sua paróquia é conversar com o seu pároco. Mostre a ele a importância desta equipe para a Liturgia da paróquia.
O segundo passo a tomar é marcar encontros frequentes – ao menos semanais – de formação Litúrgica. Para isso é preciso já ter em mente quem serão os membros deste grupo. Vocês poderão escolher de diversas formas: seleção, feita através de testes para se conhecer o que cada membro entende sobre liturgia; sorteio; e outras formas.
Como última sugestão, que tal que os membros deste grupo revezem com outros membros do grupo para não criar rivalidades que causariam a separação dos membros?
Pense com carinho e, acima de tudo, esteja em comunhão com seu pároco e a equipe de Liturgia da sua paróquia.
26 de out. de 2009
Um conselho: tire o seu grupo da mesmice!
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Retiro, dia ou manhã de espiritualidade;
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Um encontro na casa de um membro do Grupo;
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Tríduo ou novena do padroeiro do Grupo;
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Visita a um hospital, albergue, orfanato, etc;
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Visita a outro grupo
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Passeio a praia ou a um clube (balneário);
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Uma ida ao teatro ou ao cinema;
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Um dia de lazer;
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Um cineminha na casa de um dos membros ou noutro local (na sala de reuniões da paróquia;
24 de out. de 2009
Os Sete perigos para o seu Grupo:
Existem sete grandes perigos para qualquer grupo de Coroinhas, que temos que estar alertas e tomar cuidado:
1-COMPLACÊNCIA: Acontece em grupos que existem pessoas que pensam assim: “Há 10 anos temos feito tudo assim e temos feito um bom trabalho, portanto devemos continuar assim”. Pode mos sempre nos orgulhar do nosso trabalho pastoral no passado, mas isso não nos leva à lugar nenhum. Com certeza em seu grupo, há hoje, muito mais a ser feito do que houve em qualquer outra época e o máximo que o passado pode fazer por nós é nos inspirar para um esforço maior.
2- CENTRALIZAÇÃO: Encontros com outros grupos, retiros demais, festinhas, participação dos coroinhas nas comunidades são muito bons, mas quando muito frequentes podem ser desastrosos. Devemos oferecer o maior tempo possível da coordenação trabalhar com os coroinhas e não juntá-los em grandes massas para um grande espetáculo. Às vezes existem tantas atividades organizadas pela paróquia ou pelo grupo mesmo, que praticamente não sobra tempo para se formar os coroinhas.
3- SUPER ADMINISTRAÇÃO: e não suficiente formação pastoral. Retratei isto bem no post que fiz ontem: “Não burocratize seu Grupo.” Vamos fazer um pequeno exercício: dê uma olhada em todos os planejamentos, ofícios, papelada de secretário do grupo e veja se o que o seu grupo está gastando (não falo aqui do aspecto financeiro) com papelada e administração está em equilíbrio com o que é empregado na formação contínua dos coroinhas. Ambas as coisas são necessárias, mas devem ser mantidas em equilíbrio.
4- SERIEDADE DEMAIS: Ser Coroinha é algo muito sério, contudo, uma das coisas importantes também deve ser a alegria de participar de um grupo de coroinhas, tanto para a coordenação como para os demais membros. Jamais, digo jamais, queira burocratizar seu grupo, enchendo de regulamentos exagerados…
5- EXCLUSIVIDADE: Achar que só quem pode colaborar no crescimento do grupo devem ser pessoas de dentro do grupo ou antigos coroinhas. Penso que necessitamos de gente de fora, de pessoas com outras experiências e outras realidades, pessoas de bem que tragam o sangue novo para o grupo.
6- AUSTERIDADE DEMASIADA: Não podemos converter o grupo como apenas um espaço para os bons, em vez de acolher aquele ou aquela moça que muito pode oferecer em aprendizado e testemunho. Abra o seu grupo para outras pessoas.
7- TRABALHAR PARA FAZER SUPER COROINHAS: Devemos ter consciência, quando falamos em formação contínua de coroinhas, que não podemos fazer deste espaço – o grupo – uma segunda escola para o membro do grupo. Mais que um local de aprendizado das “coisas de Deus”, o Grupo de Coroinhas é um espaço de vivência da fé, que se dá não só na reunião ou somente na Igreja. Outras atividades podem ser desenvolvidas para transformar os coroinhas em pessoas de bem, conhecedoras do projeto de Deus.
Até a próxima!
23 de out. de 2009
Não burocratize seu Grupo!
O que é burocracia?
Burocracia é um conceito administrativo amplamente usado, caracterizado principalmente por um sistema hierárquico, com alta divisão de responsabilidade, onde seus membros executam invariavelmente regras e procedimentos padrões, como engrenagens de uma máquina. É também usado com sentido pejorativo, significando uma administração com muitas divisões, regras e procedimentos redundantes, desnecessárias ao funcionamento do sistema.
Estou escrevendo este post especialmente para você coordenador, coordenadora. Para cada membro de coordenação/ diretoria de um grupo de Coroinhas. Quero deixar um grande conselho: Não torne seu grupo uma chatice. É isso que acontecerá se você quiser criar regulamentações demais, organização demasiadamente exagerada (se isso é possível.).
Mas também digo que não pra deixar a coisa correr solta, coroinhas fazendo o que querem, participando quando bem deseja. Não!
Haja o mais naturalmente possível, equilibrando o que você quer fazer, com o que é preciso ser feito. Nem sempre o que queremos é necessário ser posto em prática. Algumas vezes queremos oficializar que se um coroinha faltar determinado número de vezes, ele estará sumariamente expulso do grupo. Porque não saber os motivos da falta de interesse, que pode nem ser isso, mas um problema maior.
A dica aqui é: saber interpretar as situações cotidianas do grupo, não burocratizando a participação dos membros, não tornando o ministério de coroinhas/ Acólitos numa espécie de obrigação.
Até nosso próximo encontro, amanhã.
12 de out. de 2009
Existe idade certa para ser coroinha?
Feliz dia das crianças para os (as) coroinhas que o são.
Este dia me fez pensar na pergunta que intitula este post: “Existe um limite de idade para ser coroinha?”.
Começo dizendo que desconheço algum documento que normatize uma idade para ser coroinha. Tanto uma idade para ser quanto idade para deixar de desempenhar suas funções de coroinha.
Primeiro que tudo, vamos deixar bem claro que “uma vez coroinha, sempre coroinha”, ou seja, você pode deixar de desempenhar as suas funções, mas nunca deixará de ser um.
Tentando responder a pergunta, diria que o que rege este assunto é o bom senso. Para se tornar membro de um grupo, sugiro que a criança tenha já feito a primeira comunhão, pois, já estando iniciada na fé cristã torna o trabalho de sua formação mais rápido e mais fácil.
Mas em que idade o rapaz ou a moça deve deixar suas atividades?
Como disse acima, quem manda é o bom senso. Devem existir sempre no grupo pessoas adultas ou jovens experientes para coordenar os demais. Entretanto penso que um grupo cheio de “marmanjos” e “coroas” é um pouquinho (só um pouquinho) estranho. Que os grupos façam de tempos em tempos e sempre que precisar, a acolhida de novos membros com a faixa-etária a partir dos que já comungaram pela primeira vez.
Pra finalizar, como eu falei que desconheço uma norma para este assunto, que fique a critério do bom senso e da decisão da coordenação do grupo sempre em conjunto com o pároco.
Shalom!
25 de set. de 2009
Que tipo de coordenador você é?
O sucesso do grupo depende em grande parte da capacidade e dedicação do coordenador. Porém, nem todos os tipos de coordenadores facilitam o crescimento dos membros.
Vejamos abaixo alguns tipos de coordenadores. Análise e defina qual é o seu perfil de coordenador.
1. Coordenador ditatorial
O ditador não se importa com o que seus subordinados pensam. Todos os elementos do grupo dependem exclusivamente do "ditador", que possui autoridade máxima. Os membros são meros "executores" das ordens da autoridade. Às vezes, o grupo ditatorial adota aparentes formas democráticas, mas na realidade as orientações que vem de cima. Neste tipo de grupo, os membros são apáticos e perdem todo o espírito de iniciativa e responsabilidade estão submetidos a fortes pressões afetivas e a guerrinhas entre si. Os grupos ditatoriais, embora aparentemente possam ter, em um primeiro tempo, maior eficácia na execução - dependendo da qualidade do líder - terminam dissolvendo-se ou caindo no mero formalismo.
2. Coordenador paternalista
Na prática trata-se de um grupo ditatorial em que o líder é bom e representa a figura paterna. Todos dependem de seus "conselhos". Aqui, as pressões afetivas e, conseqüentemente, o sentimento ambivalente de amor - ódio, especialmente ao levantar-se nos membros o desejo de maior personalidade e iniciativa. Apesar das primeiras impressões serem diferentes, o ditador e o paternalista são bastante semelhantes. Nenhum deles vê com bons olhos o aparecimento de outros líderes. O coordenador paternalista às vezes é pior porque agarra seus seguidores emocionalmente. Os membros têm medo de magoar seu coordenador com críticas, afinal, "ele é tão bonzinho!". Por outro lado, é mais fácil perceber a má influência o dano causados pelo coordenador ditatorial.
3. Coordenador Permissivo
O lema deste grupo de coordenadores é: "deixar como está para ver como fica". Em geral, este coordenador é uma pessoa muito insegura que tem receio de assumir responsabilidade. Ao contrário do ditatorial, que só dava ordens, o liberal não dá instrução alguma. Cada um de seus auxiliares faz o que quer e como bem entende. Na divisão de trabalho, na repartição das responsabilidades, a confusão é completa. A sua direção gera atritos e desorganização entre os membros. Une-se apenas uma ligação efetiva e certo desejo de conseguir um objetivo comum. Estes grupos tendem a dissolver-se ou a criar no grupo ditatorial para poder sobreviver.
4. Coordenador Democrático
Este tipo de coordenador sabe que, com a ajuda do grupo, será mais fácil resolver os problemas. Respeita o homem e crê nele. Consegue a cooperação do grupo pela a sua competência, paciência, tolerância e honestidade de propósitos. Não dá ordens: dá o exemplo, estimulando em vez de ralhar. Toda a sua atenção está concentrada para o que o pessoal pensa. Sabe obter o máximo de produtividade por meio do máximo de vontade. Todos participam das atividades comum e têm idéia clara dos objetivos e meios para consegui-los. Há livre intercâmbio de idéias e discussão clara dos membros necessários para atuar. O grupo democrático permite uma autocrítica comum de todos os membros e aprofunda a consciência da responsabilidade de todos e de cada um nos objetivos comuns. Progressivamente vão aparecendo nos grupos os líderes naturais. O coordenador deve atrai-lo e formá-lo para a liderança. É um dos momentos mais delicados.
24 de set. de 2009
Quantidade versus Qualidade
Afinal de contas, quantidade é importante? O que vem a ser melhor: a qualidade, mesmo com um grupo reduzido de coroinhas, ou a quantidade, pois muitos fazem mais?
Este é um assunto que deve ser pauta da próxima reunião da coordenação do seu grupo: Qualidade ou quantidade?
Desde já afirmo que as duas não caminham juntas. Explicarei porque mais a frente.
Vamos utilizar a pedagogia de Jesus: Ele pregava para multidões de pessoas, a Bíblia fala de 72 discípulos. Mas quantos eram os apóstolos? Doze. Jesus nos deu um grande exemplo de como devemos proceder nos nossos grupos: por mais que tenhamos muitos coroinhas um número menor de membros sempre é melhor.
Mas porquê? Vejamos:
* Um grupo de 12, 15 a 20 coroinhas, torna mais fácil a amizade, a união; todos se conhecem e tem algumas afinidades para chegar num ideal comum.
* Um grupo com muitos membros favorece a desunião, através das formações de “panelinhas”, porque muitos serão os interesses: quanto mais pessoas maior será o número de vontades, pensamentos próprios que podem nunca chegar ao desejo comum do grupo.
Converse com a sua coordenação, com seu pároco e com o seu grupo sobre este assunto. A minha sugestão é que seu grupo forme um grupo-base de 12 a 15 membros (o ideal) podendo chegar a 20, não mais que isso. Lembre-se da pedagogia de Jesus: Ele se preocupava com as multidões, mas cuidava do grupo dos doze que daria prosseguimento à sua missão cá na terra.
22 de set. de 2009
Coroinha, administre seu tempo!
Você já deve ter notado o quanto eu estou (ou melhor, estava) ausente. Basta observar o arquivo do Portal do Acólito: Agosto – 18 postagens, setembro – 4 postagens.
Hoje quero conversar com você, leitor, sobre o que ocasionou esta ausência: a falta de tempo.
Sabe quando o seu dia precisa de mais que 24 horas? Era assim como estava me sentindo. Aproveitei esta questão do tempo para que possamos perceber o tempo que dedicamos para cada coisa da nossa vida, desde as mais inúteis às mais importantes.
Já notei que alguns coroinhas realmente merecem os apelidos carinhosos de “ratos de igreja”, “papa-hóstia” e tantos outros que bem conhecemos. Estou falando daquele (a) coroinha que passa mais tempo na Igreja do que em casa, por exemplo. Isto é bom? Por um lado é. Estar perto de Deus é bom. Entretanto, será se realmente estamos fazendo algo produtivo enquanto lá estamos?
Estive fazendo um levantamento do meu tempo. Veja:
- Trabalho: 8 horas diárias
- Estudo: 5 horas/ dia
- Namoro: 1 a 3 horas/ dia
- Internet (blog, twitter, emails, redes sociais): 3 a 4 horas por dia
- Família: 2 horas/ dia
Observe bem que destaquei o que para mim seria o mais importante: a família. Note que ela é, invariavelmente, a que dedico menor parte do meu tempo.
Tempo não é dinheiro, tempo é sua vida.
Portanto, vai aqui um conselho precioso: passar muito tempo na Igreja, ajudando o padre, o sacristão em suas tarefas remuneradas, limpando os bancos, lendo alguma coisa, enquanto você poderia estar estudando, passando mais tempo com seus pais e irmãos, ou até mesmo se divertindo é prejudicial a você e aos que te amam.
Não estou dizendo que você não deve ir a Igreja. Mas que você saiba dedicar o tempo necessário para cada coisa. Faça uma pequena planilha como fiz acima: anote quanto tempo você está dedicando para cada setor/ aspecto da sua vida. Observe onde você deve aumentar e diminuir o tempo. Depois, volte aqui e, nos comentários, diga o que mudou em sua vida.
29 de ago. de 2009
A Metodologia dos Eixos
Eu venho desenvolvendo esta metodologia, a qual chamo metodologia dos eixos, desde o ano de 2006. Hoje gostaria de começar a apresentá-la a você e ao seu grupo.
Quero começar dizendo que esta metodologia levará o grupo a ir mais além dos encontros, das reuniões e das missas. De certa forma, buscará tornar o grupo e cada coroinha a ser um missionário de Deus. Vamos lá então:
Introdução
Esta metodologia procurará fazer com que o “Ser coroinha” seja mais do que um ministério, mas um estilo de vida, um jeito especial de ser todos os dias da semana. Neste sentido, proponho uma reunião semanal, que tem por objetivo “abastecer” a cabeça com novas ideias e, o coração, com novos propósitos.. Crianças, adolescentes e jovens, meninos e meninas como bons coroinhas, o tempo todo e em todo lugar.
A partir desta ideia passarei a propor roteiros de encontros de grupo que tem por finalidade formar homens e mulheres novos.
O Encontro semanal
Deve ser bem preparado, e realizado, fielmente no lugar e horário combinados. Os coroinhas devem ser orientados a se comportarem em conformidade com os objetivos e finalidades do ministério de coroinhas.
Após alguns meses de formação, o grupo trabalhará com certa autonomia, sempre guiado pela coordenação e com cada membro exercendo uma função específica.
O Local
Seja um lugar acolhedor e adequado aos encontros e atividades. Além dos símbolos religiosos (cruz, estampas ou imagens dos Padroeiros, etc.), não deve faltar a Bíblia.
A Simbologia
Em cada encontro haja um símbolo que identifique e esteja relacionado com o tema a ser tratado. Não usem muitos símbolos para uma mesma ocasião, pois eles acabarão por confundir os membros. Assim como na liturgia, a ornamentação do ambiente deverá ser simples, com a atenção voltada ao assunto do dia.
O Encontro
- A coordenação do grupo deve chegar antes da hora marcada e fazer uma acolhida amigável dos (as) coroinhas.
- Momento de oração inicial (que pode ser em forma de canto ou de acordo com a criatividade do grupo). No próximo artigo apresentarei o roteiro do encontro.
- Troca de notícias sobre os fatos da semana.
- Relato dos compromissos assumidos no encontro anterios.
- Estudo do tema do dia.
- definição do serviço a ser feito e divisão de tarefas.
- Oração partilhada e espontânea.
- Cooperação material (cofrinho, coleta, dízimo dos coroinhas, etc.)
- Despedida.
Temas a serem tratados
Obviamente o carisma do Ministério de Coroinhas, sugere que o grupo trate de temas relacionado ao coroinha: Liturgia, Bíblia, sacramentos, etc. Também outros temas que atraem a tenção dos membros podem ser tratados. Por exemplo: namoro, sexo, drogas, guerra, paz, ecologia, comércio de armas, pena de morte, tráfico, exploarção do trabalho infantil e tantos outros temas.
No próximo encontro falaremos sobre os quatro eixos-base desta nossa metodologia. Espero por você amanhã!
25 de ago. de 2009
Colocando o Grupo nos eixos
A partir de hoje, trarei uma série de postagens onde pretendo ajudar a melhor trabalhar com os coroinhas. Para aqueles grupos que estão meio desanimados, desnorteados sem saber o que fazer, os próximos artigos serão bem eficazes para alavancar a caminhada do Grupo.
Para os grupos que andam bem, será uma proposta de uma ótima metodologia para ser trabalhada com os membros do grupo.
Será uma série de 7 artigos (ou mais que isso), que resutará em 2 apostilas essenciais a qualquer grupo.
A partir de então, trarei antecipadamente encontros prontos para serem postos em prática no mês seguinte.
Portanto, amanhã iniciarei com a proposta de colocar seu Grupo de Coroinha nos Eixos, de forma animada, organizada e criativa.
Espero por você!
1 de jul. de 2009
A morte do Grupo de Coroinhas
Faleceu ontem a pessoa que impedia o seu crescimento e o do grupo. Você está
convidado para o velório na capela.
Quem será que estava atrapalhando meu progresso? Ainda bem que esse infeliz
morreu!
Que tal fazer esta dinâmica ou contar esta história em seu grupo para os coroinhas. Comece a mudança através desta dinâmica e conte-me os resultados depois nos comentários desta postagem .














