10 de dez. de 2009

Jogos e Dinâmicas - Bola no Mastro



A cada dia - que eu puder - vou postar um jogo ou dinâmica aqui.

O jogo de hoje é chamado Bola no Mastro. Inicialmente ele é para um Grupo Escoteiro, mas estou adaptando para os Grupos de Coroinhas. Serve para dias de lazer, ou mesmo numa reunião normal que tenha um espaço para realizar este jogo.

BOLA NO MASTRO

Quantidade de ajudantes: 1       Duração: Média de 15 Minutos
Participantes: Mínimo de 8        Local: Ar livre
Modo: Jogo ativo                      Formação: Em equipes

Material necessário: Bola, 1 cabo de vassoura por equipe, 1 lata de leite por patrulha

Regras para o jogo:

Cada equipe escolhe um membro que irá segurar o bastão (cabo de vassoura) onde ficará enfiada uma lata de leite em pó na ponta. Este membro ficará dentro de um círculo, onde os demais não podem entrar. Cada círculo fica em uma das pontas da quadra (ou demarcação que você deve fazer previamente no local). O objetivo das patrulhas é acertar  a lata da sua patrulha, derrubando-a. O goleiro deve ajudar,  mas não pode deliberadamente inclinar o bastão para derrubar a lata. Quem está com a bola pode dar no máximo 5 passos sem passar a bola.

8 de dez. de 2009

Figuras Bíblicas do Advento: Jesus, Maria e José

 
Jesus:

Poucas são as informações a respeito da infância de Jesus. Mateus relata que Jesus nasceu em "Belém da Judéia" (cf. Mt 1, 25; 2, 1); Lucas, por sua vez, oferece uma narrativa com maior abundância de detalhes: a viagem até Belém, a gravidez de Maria, o parto, a manjedoura, os pastores (cf. Lc 2, 1ss). Oito dias após o nascimento, Jesus é levado ao templo, onde é circundado e recebe o nome que o anjo anunciara antes de Jesus ser concebido (cf. Lc 2, 21).

No tempo previsto, Jesus é levado a Jerusalém a fim de ser apresentado ao Senhor (cf. Lc 2, 22). Em Belém, ao lado de Maria, sua mãe, Jesus recebe a visita dos magos do Oriente (cf. Mt 2, 1ss). Perseguido pelo rei Herodes, Jesus tem de fugir, com Maria e José, para o Egito, de onde só voltam depois da morte de Herodes (cf. Mt 2, 20), e vão morar em Nazaré. Aos doze anos, por ocasião da Páscoa, jesus vai com seus pais a Jerusalém. Ao terminar a festa os pais voltam, mas Jesus permanece em Jerusalém, sem que os pais o percebam. Depois de três dias de muita procura, o encontram entre os doutores, "ouvindo-os e interrogando-os" (cf. Lc 2, 41-52).

 
Maria:

Esposa de José e mãe de Jesus. A Bíblia não menciona o nome dos pais de Maria. As narrativas segundo Mateus e Lucas afirmam que Jesus não foi concebido por obra de um pai humano: o anjo do Senhor manifestou-se a José, em sonho, dizendo: "José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo" (cf. Mt 1, 1-18). O anjo tinha respondido a Maria: "O Espírito Santo virá sobre ti, e o poder do altíssimo vai te cobrir com sua sombra; por isso, o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus" (cf. Lc 1, 26.38). Maria aparece na história do nascimento de Jesus (cf. Lc 2, 1-20), no relato dos magos, na fuga improvisada para o Egito (cf. Mt 2, 1ss) e no episódio do encontro de Jesus no Templo (cf. Lc 2, 41-52).



José:

Esposo de Maria, seu nome é citado nos evangelhos da infância de Jesus, em Mateus e Lucas. Tem o ofício de carpinteiro (cf. Mt 13, 55). É chamado de homem "justo" no evangelho segundo Mateus (cf. Mt 1, 19). Aparece ao lado de Maria, no nascimento de Jesus (cf. Lc 2, 16) e na apresentação de Jesus no Templo (cf. Lc 2, 22). É o responsável por Maria e Jesus durante a fuga para o Egito (cf. Mt 2, 13-23). Está presente também na perda e encontro de Jesus no templo, em Jerusalém (cf. Lc 2, 41-52).

4 de dez. de 2009

Dois fatos: "O que quis dizer com Dança na Liturgia" e "me reservo do direito de moderar comentários"


{{Não adianta tentarem me calar, nunca niguém vai abafar a minha voz}}

Vamos em partes:


1º Ponto: O que eu quis dizer quando falei em Dança na Liturgia:

Algumas pessoas não entenderam o que quis dizer com "Dança na Liturgia" ou "Pode sim dançar na Liturgia". Começo tentando explicar o termo Dança:

"Dançar é definido como uma manifestação instintiva do ser humano. A expressão do nosso coração nos dá a oportunidade de chegarmos a Deus com todo o nosso ser, com tudo o que temos e o que somos, afinal somos livres pela graça de Jesus!
Muitas vezes não entendemos que Deus criou todas as coisas, e não "só algumas" e todas as coisas são para o reino Dele. Às vezes costumamos limitar a presença de Deus em nosso meio achando que Ele se manifesta da maneira como pensamos ou queremos. Assim impomos situações e criamos preconceitos, sem saber que Deus pode receber o nosso louvor independente da arte que está sendo utilizada (música, dança, mímica, teatro etc). 
A dança é uma possibilidade de linguagem. Na Bíblia podemos encontrar inúmeras citações sobre a dança usada para o louvor e nos momentos de celebrações. O povo de Deus, no Antigo Testamento, por exemplo, dançava em suas festas com expressão de júbilo e agradecimento diante do Senhor. No livro de Samuel podemos observar que Davi adorava a Deus com todas as suas "forças" e é assim que temos que adorar a Deus, com todas as nossas forças. Foi o mesmo Davi que dançou e saltitou alegremente quando a Arca chegava em Jerusalém."

Preciso dizer mais alguma coisa? Não! Só ressaltar que não falei de qualquer dança ou ritmo.

Pergunto a você leitor, coroinha, acólito: "Você já observou em sua paróquia, durante a missa, algum ato que envolvia a dança: uma coreografia, uma música, etc? Tenho total certeza que sim, especialmente nas solenidades.


2º Ponto: Me reservo do direito de moderar comentários.


Muita gente pensa que a internet é um local em que se pode dizer ou fazer o que bem quer. Não! Internet não é território sem dono, nem leis. Muito pelo contrário, uma das coisas que, como blogueiro, eu mais prezo é a opção de moderar (aceitar ou não) os comentários. De mais de 500 comentários em meus blogs, apenas menos que 5 eu não publiquei.

Não publiquei tais comentários aqui no Portal do Acólito, por tamanho desprezo que algumas pessoas tem para com o meu trabalho. Aqui pretendo - e estou conseguindo - dar apoio aos inúmeros grupos de coroinhas e aos próprios  coroinhas principalmente, no sentido de formação integral para a caminhada neste Ministério.

Hoje acabo de descobrir que a pessoa que comentou aqui de forma irônica, mandando eu ir ler mais, quando ela quem não entendeu o termo litúrgico da dança, é, segundo outro leitor, um dos autores de um grande site sobre Liturgia. Espero que esta pessoa não esteja com medo de eu tomar o seu lugar na blogosfera, ou com inveja do meu trabalho.

Você me pergunta: Robson, você não aceita que pessoas tenham opiniões contrárias a você? Claro que aceito, não sou nenhuma ameba. Tanto que publiquei os comentários que mais me afetaram. O que não aceito, é que as pessoas expressem seus sentimentos de não concordarem com o meu ponto de vista, de forma um tanto preconceituosa, arrogante e irônica (se bem que sou irônico também).

Caro leitor: Peço desculpas por trazer até você esta discussão, mas precisava expressar meu ponto de vista.

E para finalizar este assunto de moderação de comentários, segue uma frase de parachoque de caminhão:

"A sua inveja é a velocidade do meu sucesso"

E um conselho Bônus:

Caro amigo, "Pra mostrar que você está certo, não precisa provar que o outro está errado". "Para que seu site/ blog cresça, você não precisa querer derrubar outros." Fica aqui o conselho.

3 de dez. de 2009

Sobre o Advento




O que significa Advento?

O advento ou vinda, deriva do latim adventus. Foi antigamente ligado com a chegada do imperador. Significava também o aniversário de um acontecimento importante.

A Igreja adotou essa palavra para indicar o nascimento de Jesus e o seu aniversário. Depois para a preparação para tal acontecimento e, por fim, a expectatica da segunda vinda de Cristo. Vejamos o que diz o Calendário Romano atualmente:

"O tempo do Advento possui dupla característica: sendo tempo de preparação para as solenidades do Natal, em que se comemora a primeira vinda do Filho de Deus entre os homens, é também tempo em que, por meio desta lembrança, voltam-se os corações para a expectativa da segunda vinda de Cristo no fim dos tempos" (n. 39).

O Advento começa quatro domingos antes do Natal e maca o início do ano litúrgico. Em seu início, os textos litúrgicos referem-se à segunda vinda de Cristo, mas logo, como mais ênfase a partir de 17 de dezembro, passam à preparação imediata de sua vinda na carne, seu nascimento em Belém.

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Nas próximas postagens falarei sobre as figuras bíblicas relacionadas ao advento, assim como aspectos litúrgicos e pastorais deste tempo litúrgico.

1 de dez. de 2009

Os Ministros da Comunhão devem ou não ficar no presbitério?



Esta foi uma pergunta enviada, nos comentários, por Kary, a leitora que mais comenta aqui no Portal do Acólito. Para responder esta pergunta, transcrevo o que escreveu o Emanuel Jr em nossa Rede Social:

Onde os Meces/Mescs ficam durante a celebração?

Existe aqui uma questão de bom senso: se o ministro é extraordinário e só pode ser usado quando ocorre uma eventualidade, qual o sentido de ele estar no presbitério desde o início da Missa? Por acaso já estão prevendo que haverá uma extraordinariedade? Ora, se há previsão, então o fato é prevsível, e o ministro leigo não pode ser usado, pois está proibido "o uso habitual de ministros extraordinários nas Santas Missas, estendendo arbitrariamente o conceito de 'numerosa participação.'" (Ecclesia de Mysterio, art. 8, §2) Ademais, a função de auxiliar o sacerdote é do acólito, instituído ou não, e não do ministro extraordinário da comunhão.

Enfim, há uma norma da Instrução Geral do Missal Romano (IGMR) a esse respeito:

Outros presbíteros eventualmente presentes podem ajudar o sacerdote na distribuição da Comunhão. Se não houver e se o número dos comungantes for muito grande, o sacerdote pode chamar ministros extraordinários para ajudá-lo, ou seja, o acólito instituído bem como outros fiéis, que para isso foram legitimamente delegados. Em caso de necessidade, o sacerdote pode delegar fiéis idôneos para o caso particular.

Estes ministros não se aproximem do altar antes que o sacerdote tenha tomado a Comunhão, recebendo sempre o vaso que contém as espécies da Santíssima Eucaristia a serem distribuídas aos fiéis, da mão do sacerdote celebrante." (IGMR, 162)

Afinal, os Ministros Extraordinários ficam no altar na paróquia de vocês?