31 de dez de 2009

Feliz 2010 Coroinhas/ Acólitos





Novos projetos:

Já a partir da próxima semana teremos o podcast semanal: uma conversa descontraída com pessoas que estão ligadas ao ministério de acólitos, aos grupos de coroinhas... No próximo, que será semana que vem, falaremos sobre coroinhas meninas, onde algumas darão alguns depoimentos sobre o assunto, além de uma conversa comigo e com outros (s) coroinhas.

Estarei lançando a cada mês:

  • Um mini-livro com formações, dicas e orientações para os grupos e suas coordenações.
  • Encontros prontos para grupos de coroinhas.
  • Apostila de dinâmicas.
Aguarde. Amanhã já sai as primeiras ideias. E até o fim da próxima semana, sairá meu primeiro ebook (livro digital)

Feliz 2010 amigos....

27 de dez de 2009

Existe um modelo ideal de grupo de Coroinhas?



Primeiro uma resposta óbvio, mas simplista: Não!

Entretanto podemos discutir itens indispensáveis a Grupos de Coroinhas. Não estou apresentando aqu iuma receita pronto e aplicável a qualquer grupo ou paróquia. Não existe grupo ideal, pois tudo depende da realidade da comunidade em que o grupo está ou vai ser inserido. Mas é preciso citar esses itens indispensáveis:

Uma boa Coordenação:

Cada grupo de coroinhas precisa possuir uma coordenação que saiba trabalhar na constante formação de seus membros. Uma coordenação que saiba e queira trabalhar em conjunto com seu pároco. Na próxima postagem, falarei sobre alguns encargos da coordenação.


Um pároco aberto:

A maior dificuldade que encontrei como coroinha até os dias de hoje, foi encontrar na caminhada alguns padres que não davam tanta importância ao grupo. Uma boa conversa pode resolver. Lembro sempre as palavcras de Dom Héçder Câmara:

"Conversa franca faz bons amigos."

Número reduzido de coroinhas:

Já citei aqui no blog o grande exemplo de Jesus: Ele pregava às multidões mas tinha uma preocupação toda especial com os seus apóstolos. Com um grupo de apenas 12, ele os preparava para a evangelização dos povos.
O que acontece, de negativo, com grupos muito grandes? Principalmente a falta de amizade entre alguns membros e a inimizade gerada através da formação das "panelinhas", tão prejudiciais ao bom andamento de qualquer grupo.

Equipes e divisões de tarefas:

Um grupo que divide os trabalhos, entre os membros da coordenação e no grupo como um todo se fortalece e facilita a caminhada. Equipes como: acolhida, oração, animação, ambientação, etc. Organize o seu grupo em equipes, divida as tarefas... Mas é preciso sempre um boma acompanhamento dos trabalhos.

24 de dez de 2009

Feliz Natal Coroinhas/ Acólitos

 

Acólitosnatal

Um santo e feliz Natal a todos, o Natal de Jesus e não do Papai Noel como a sociedade prega.

 

Deus abençõe a vocês e a toda a família de cada um.

21 de dez de 2009

A Relação entre Padre e a Coordenação do grupo



Ontem, durante a missa, pude presenciar um certo "mal-estar" nos "bastidores": percebi que alguns coroinhas esavam de cara amarrada. Procurando saber do que tinha acontecido, descobri que o Padre teria convidado dois meninos que estão no período de preparação, para servir numa missa noutra igreja.

Onde está o erro nisso?

Simplesmente na falta de comunicação do Padre com a Coordenação. Se o Padre tivesse pedido a opinião dos coordenadores, estes diriam que é melhor nenhum menino (ou menino) vestir a túnica, "acolitar", sem ter terminado o seu curso de preparação.

Há 3 ou 4 meses, cerca de 30 meninos e meninas estão em preparação em nossa paróquia. Como de costume, nas duas semanas que antecedem a missa de vestição dos novos coroinhas, a coordenação do Grupo escala todos em dias diferentes para ir pegando a prática do serviço do altar.

neste caso, faltou ao padre o cuidado de pensar no que aquele convite renderia ao grupo: uma grande dor de cabeça para a coordenação, que agora tem que trabalhar as reclamações dos novatos e até de seus familiares.

Portanto, coordenadores, conversem abertamente com o Pároco de vocês, deixando claro qe, tudo que vocês farão daqui pra frente será com o seu conhecimento e consentimento e peçam que ele haja da mesma forma para com vocês, com o objetivo de evitar situações constrangedoras como essa.

Lembrem-se: "Conversa franca faz bons amigos" (Dom Hélder Câmara)

17 de dez de 2009

O que seu Grupo fará para comemorar o Natal?


Não deixe o Natal passar em branco no seu Grupo: comemore! Afinal de contas, é o momento mais importante dentro do calendário Litúrgico.

Seguem algumas ideias para que todo o grupo comemore o Natal:

* Não preciso dizer para  todos os Coroinhas irem à missa não é mesmo?

Sempre tem alguém que dá uma desculpinha para poder ficar com a namorada. Leva ela pra missa, uai.

Após a missa ou noutro horário vocês, como grupo, poderiam:

* Realizar alguma ação social: distribuição de alimentos, presentes, ou simplesmente - mas não menos importante - uma visita a hospital ou orfanato, ou ainda abrigo para idosos.

* Comemorar na casa de um dos Coroinhas ou com toda as famílias presentes.

Que tal fazer um bom encontro das famílias dos Acólitos. Todo mundo presente e confraternizando num determinado local.

Bom, são apenas algumas ideias para que vocês possam comemorar o Nascimento de Jesus Cristo - e não Papai Noel, como dizem por aí.

13 de dez de 2009

Novidade - Podcast do Portal do Acólito


Hoje, como havia prometido há algum tempo, criei gavei o primeiro podcast do Portal do Acólito.

Mas o que é Podcast:

Sem falar em termos técnicos e simplificando a coisa, podcast é uma forma de repassar determinado assunto através de áudio.

Portanto, além das postagens escritas aqui, você poderá me ouvir, como também alguns amigos mesus que são coroinhas, onde conversaremos sobre  assuntos dos mais variados que envolvam o ministério de acólitos/ coroinhas.

Leitor, você pode participar!

Mande seu comentário, que estarei lendo em cada episódio: fale sobre o que você achou dos últimos episódios, sobre alguma dúvida, enfim... participe.

Para saber mais, ouça o primeiro episódio, clicando e=no botão de Play, do Player de áudio abaio (esse bonequinho).




Informação importante:

Este podcast está sendo mantido no site Gengibre. Crie o seu perfil também para que possamos conversar bastante.

Jogos e Dinâmicas 2 - Mímica Animal

                                                                                                                                                                     

mimica

Mímica Animal

Formação: Por equipes

Material necessário: cartões com o nome de animais diferentes e uma caixa para cada equipe

Regras para o Jogo:

As equipes ficam em linha (cada equipe forma uma linha). Ao sinal do coordenador (ou outro ajudante) o primeiro da fila corre até uma caixa onde há diversos cartões com nomes de animais e deve interpretar este animal, sem realizar sons, de forma que a equipe consiga descobrir que animal é. Assim que a equipe descobrir, ele volta para a fila e outro o substitui em revezamento até que a equipe identifique corretamente 8 animais.

Os cartões devem trazer o nome de animais diferentes para cada equipe, para que não aconteça “cola”, isto é, que uma equipe acerte por ter visto a mímica da outra equipe.

10 de dez de 2009

Jogos e Dinâmicas - Bola no Mastro



A cada dia - que eu puder - vou postar um jogo ou dinâmica aqui.

O jogo de hoje é chamado Bola no Mastro. Inicialmente ele é para um Grupo Escoteiro, mas estou adaptando para os Grupos de Coroinhas. Serve para dias de lazer, ou mesmo numa reunião normal que tenha um espaço para realizar este jogo.

BOLA NO MASTRO

Quantidade de ajudantes: 1       Duração: Média de 15 Minutos
Participantes: Mínimo de 8        Local: Ar livre
Modo: Jogo ativo                      Formação: Em equipes

Material necessário: Bola, 1 cabo de vassoura por equipe, 1 lata de leite por patrulha

Regras para o jogo:

Cada equipe escolhe um membro que irá segurar o bastão (cabo de vassoura) onde ficará enfiada uma lata de leite em pó na ponta. Este membro ficará dentro de um círculo, onde os demais não podem entrar. Cada círculo fica em uma das pontas da quadra (ou demarcação que você deve fazer previamente no local). O objetivo das patrulhas é acertar  a lata da sua patrulha, derrubando-a. O goleiro deve ajudar,  mas não pode deliberadamente inclinar o bastão para derrubar a lata. Quem está com a bola pode dar no máximo 5 passos sem passar a bola.

8 de dez de 2009

Figuras Bíblicas do Advento: Jesus, Maria e José

 
Jesus:

Poucas são as informações a respeito da infância de Jesus. Mateus relata que Jesus nasceu em "Belém da Judéia" (cf. Mt 1, 25; 2, 1); Lucas, por sua vez, oferece uma narrativa com maior abundância de detalhes: a viagem até Belém, a gravidez de Maria, o parto, a manjedoura, os pastores (cf. Lc 2, 1ss). Oito dias após o nascimento, Jesus é levado ao templo, onde é circundado e recebe o nome que o anjo anunciara antes de Jesus ser concebido (cf. Lc 2, 21).

No tempo previsto, Jesus é levado a Jerusalém a fim de ser apresentado ao Senhor (cf. Lc 2, 22). Em Belém, ao lado de Maria, sua mãe, Jesus recebe a visita dos magos do Oriente (cf. Mt 2, 1ss). Perseguido pelo rei Herodes, Jesus tem de fugir, com Maria e José, para o Egito, de onde só voltam depois da morte de Herodes (cf. Mt 2, 20), e vão morar em Nazaré. Aos doze anos, por ocasião da Páscoa, jesus vai com seus pais a Jerusalém. Ao terminar a festa os pais voltam, mas Jesus permanece em Jerusalém, sem que os pais o percebam. Depois de três dias de muita procura, o encontram entre os doutores, "ouvindo-os e interrogando-os" (cf. Lc 2, 41-52).

 
Maria:

Esposa de José e mãe de Jesus. A Bíblia não menciona o nome dos pais de Maria. As narrativas segundo Mateus e Lucas afirmam que Jesus não foi concebido por obra de um pai humano: o anjo do Senhor manifestou-se a José, em sonho, dizendo: "José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo" (cf. Mt 1, 1-18). O anjo tinha respondido a Maria: "O Espírito Santo virá sobre ti, e o poder do altíssimo vai te cobrir com sua sombra; por isso, o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus" (cf. Lc 1, 26.38). Maria aparece na história do nascimento de Jesus (cf. Lc 2, 1-20), no relato dos magos, na fuga improvisada para o Egito (cf. Mt 2, 1ss) e no episódio do encontro de Jesus no Templo (cf. Lc 2, 41-52).



José:

Esposo de Maria, seu nome é citado nos evangelhos da infância de Jesus, em Mateus e Lucas. Tem o ofício de carpinteiro (cf. Mt 13, 55). É chamado de homem "justo" no evangelho segundo Mateus (cf. Mt 1, 19). Aparece ao lado de Maria, no nascimento de Jesus (cf. Lc 2, 16) e na apresentação de Jesus no Templo (cf. Lc 2, 22). É o responsável por Maria e Jesus durante a fuga para o Egito (cf. Mt 2, 13-23). Está presente também na perda e encontro de Jesus no templo, em Jerusalém (cf. Lc 2, 41-52).

4 de dez de 2009

Dois fatos: "O que quis dizer com Dança na Liturgia" e "me reservo do direito de moderar comentários"


{{Não adianta tentarem me calar, nunca niguém vai abafar a minha voz}}

Vamos em partes:


1º Ponto: O que eu quis dizer quando falei em Dança na Liturgia:

Algumas pessoas não entenderam o que quis dizer com "Dança na Liturgia" ou "Pode sim dançar na Liturgia". Começo tentando explicar o termo Dança:

"Dançar é definido como uma manifestação instintiva do ser humano. A expressão do nosso coração nos dá a oportunidade de chegarmos a Deus com todo o nosso ser, com tudo o que temos e o que somos, afinal somos livres pela graça de Jesus!
Muitas vezes não entendemos que Deus criou todas as coisas, e não "só algumas" e todas as coisas são para o reino Dele. Às vezes costumamos limitar a presença de Deus em nosso meio achando que Ele se manifesta da maneira como pensamos ou queremos. Assim impomos situações e criamos preconceitos, sem saber que Deus pode receber o nosso louvor independente da arte que está sendo utilizada (música, dança, mímica, teatro etc). 
A dança é uma possibilidade de linguagem. Na Bíblia podemos encontrar inúmeras citações sobre a dança usada para o louvor e nos momentos de celebrações. O povo de Deus, no Antigo Testamento, por exemplo, dançava em suas festas com expressão de júbilo e agradecimento diante do Senhor. No livro de Samuel podemos observar que Davi adorava a Deus com todas as suas "forças" e é assim que temos que adorar a Deus, com todas as nossas forças. Foi o mesmo Davi que dançou e saltitou alegremente quando a Arca chegava em Jerusalém."

Preciso dizer mais alguma coisa? Não! Só ressaltar que não falei de qualquer dança ou ritmo.

Pergunto a você leitor, coroinha, acólito: "Você já observou em sua paróquia, durante a missa, algum ato que envolvia a dança: uma coreografia, uma música, etc? Tenho total certeza que sim, especialmente nas solenidades.


2º Ponto: Me reservo do direito de moderar comentários.


Muita gente pensa que a internet é um local em que se pode dizer ou fazer o que bem quer. Não! Internet não é território sem dono, nem leis. Muito pelo contrário, uma das coisas que, como blogueiro, eu mais prezo é a opção de moderar (aceitar ou não) os comentários. De mais de 500 comentários em meus blogs, apenas menos que 5 eu não publiquei.

Não publiquei tais comentários aqui no Portal do Acólito, por tamanho desprezo que algumas pessoas tem para com o meu trabalho. Aqui pretendo - e estou conseguindo - dar apoio aos inúmeros grupos de coroinhas e aos próprios  coroinhas principalmente, no sentido de formação integral para a caminhada neste Ministério.

Hoje acabo de descobrir que a pessoa que comentou aqui de forma irônica, mandando eu ir ler mais, quando ela quem não entendeu o termo litúrgico da dança, é, segundo outro leitor, um dos autores de um grande site sobre Liturgia. Espero que esta pessoa não esteja com medo de eu tomar o seu lugar na blogosfera, ou com inveja do meu trabalho.

Você me pergunta: Robson, você não aceita que pessoas tenham opiniões contrárias a você? Claro que aceito, não sou nenhuma ameba. Tanto que publiquei os comentários que mais me afetaram. O que não aceito, é que as pessoas expressem seus sentimentos de não concordarem com o meu ponto de vista, de forma um tanto preconceituosa, arrogante e irônica (se bem que sou irônico também).

Caro leitor: Peço desculpas por trazer até você esta discussão, mas precisava expressar meu ponto de vista.

E para finalizar este assunto de moderação de comentários, segue uma frase de parachoque de caminhão:

"A sua inveja é a velocidade do meu sucesso"

E um conselho Bônus:

Caro amigo, "Pra mostrar que você está certo, não precisa provar que o outro está errado". "Para que seu site/ blog cresça, você não precisa querer derrubar outros." Fica aqui o conselho.

3 de dez de 2009

Sobre o Advento




O que significa Advento?

O advento ou vinda, deriva do latim adventus. Foi antigamente ligado com a chegada do imperador. Significava também o aniversário de um acontecimento importante.

A Igreja adotou essa palavra para indicar o nascimento de Jesus e o seu aniversário. Depois para a preparação para tal acontecimento e, por fim, a expectatica da segunda vinda de Cristo. Vejamos o que diz o Calendário Romano atualmente:

"O tempo do Advento possui dupla característica: sendo tempo de preparação para as solenidades do Natal, em que se comemora a primeira vinda do Filho de Deus entre os homens, é também tempo em que, por meio desta lembrança, voltam-se os corações para a expectativa da segunda vinda de Cristo no fim dos tempos" (n. 39).

O Advento começa quatro domingos antes do Natal e maca o início do ano litúrgico. Em seu início, os textos litúrgicos referem-se à segunda vinda de Cristo, mas logo, como mais ênfase a partir de 17 de dezembro, passam à preparação imediata de sua vinda na carne, seu nascimento em Belém.

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Nas próximas postagens falarei sobre as figuras bíblicas relacionadas ao advento, assim como aspectos litúrgicos e pastorais deste tempo litúrgico.

1 de dez de 2009

Os Ministros da Comunhão devem ou não ficar no presbitério?



Esta foi uma pergunta enviada, nos comentários, por Kary, a leitora que mais comenta aqui no Portal do Acólito. Para responder esta pergunta, transcrevo o que escreveu o Emanuel Jr em nossa Rede Social:

Onde os Meces/Mescs ficam durante a celebração?

Existe aqui uma questão de bom senso: se o ministro é extraordinário e só pode ser usado quando ocorre uma eventualidade, qual o sentido de ele estar no presbitério desde o início da Missa? Por acaso já estão prevendo que haverá uma extraordinariedade? Ora, se há previsão, então o fato é prevsível, e o ministro leigo não pode ser usado, pois está proibido "o uso habitual de ministros extraordinários nas Santas Missas, estendendo arbitrariamente o conceito de 'numerosa participação.'" (Ecclesia de Mysterio, art. 8, §2) Ademais, a função de auxiliar o sacerdote é do acólito, instituído ou não, e não do ministro extraordinário da comunhão.

Enfim, há uma norma da Instrução Geral do Missal Romano (IGMR) a esse respeito:

Outros presbíteros eventualmente presentes podem ajudar o sacerdote na distribuição da Comunhão. Se não houver e se o número dos comungantes for muito grande, o sacerdote pode chamar ministros extraordinários para ajudá-lo, ou seja, o acólito instituído bem como outros fiéis, que para isso foram legitimamente delegados. Em caso de necessidade, o sacerdote pode delegar fiéis idôneos para o caso particular.

Estes ministros não se aproximem do altar antes que o sacerdote tenha tomado a Comunhão, recebendo sempre o vaso que contém as espécies da Santíssima Eucaristia a serem distribuídas aos fiéis, da mão do sacerdote celebrante." (IGMR, 162)

Afinal, os Ministros Extraordinários ficam no altar na paróquia de vocês?