30 de abr de 2009

Quem é o Coroinha?


Primeiro, um pouco de História:



No início da Igreja, quando ainda eram vivos os apóstolos, as comunidades cristãs se reuniam nas próprias casas para celebrar a Eucaristia. Mas ser cristão era proibido na época. O imperador perseguia e até matava quem se declarasse seguidor de Jesus. Por isso que as celebrações eram escondidas.


Porém, no ano de 313, o imperador Constantino, passou a ser cristão. Desta forma, todos podiam ser cristãos também, agora sem nenhum problema ou perseguição.


A partir de então foram surgindo grandes igrejas, construídas em todos os cantos. E as celebrações ficaram diferentes: com muitas e grandes igrejas e com muitas pessoas.


Agora pense:

  • Você já participou de uma celebração em casa, com pouca gente? Como é a participação?
  • E quando há muitas pessoas como é a participação? Responda pelos comentários desta postagem.

Dessa forma, foram surgindo diversas funções e lugares próprios para cada um na Igreja. Vejamos quais eram as funções:

  • bispo ou padre
  • acólitos
  • sacristão
  • povo

As igrejas tinham várias repartições como veremos a seguir:


Presbitério: Onde ficavam os padres e o altar.


Coro: Fica junto do presbitério. Nele ficavam os cantores e instrumentistas e todos aqueles que tinham uma participação ativa na celebração: acólitos e sacristão.


Nave: Parte central da igreja, onde ficava o povo. Naquela época, o povo apenas assistia à celebração. Não participava ativamente como hoje. Nem dos cantos podiam participar. Hoje todos sabemos que a participação ativa na celebração é muito importante.

Os coroinhas surgiram neste ambiente. Eram chamados "meninos do coro", donde vem a palavra coroinha.



Durante o dia, eles ficavam em casa com seus pais, mas à tarde, na hora da oração da igreja, eles iam para o coro recitar as orações e acompanhar o Padre nas funções litúrgicas.

Função litúrgica é tudo o que está ligado à celebração: cantar, servir ao altar...



Os meninos do coro aproveitavam um pouco do tempo para aprender a ler e escrever com os padres, porque naquele tempo ainda não havia escolas. Aprendia também um pouco de música, para poder acompanhar os cantos. Quando a missa era rezada em latim, o povo não respondia às orações. Apenas o coroinha era quem recitava as respostas.


Os anos foram passando e a liturgia ganhou novas formas de participação. O povo começou a participar mais ativamente nos cantos, nas leituras e nas respostas. Todos puderam se aproximar mais do altar.


O MINISTÉRIO DO COROINHA também evoluiu. Hoje o coroinha:

  • Serve ao altar
  • acompanha o celebrante
  • canta
  • reza
  • participa
  • acompanha os ministros Extraordinários da Eucaristia e desempenham outras funções.

O Coroinha não é um enfeite.

Ele tem uma função importante

Ele desempenha um ministério,

um serviço importante.


29 de abr de 2009

Livros Litúrgicos - Parte 2

Leia a parte 1 antes, caso ainda não tenha lido, clique aqui. 

Continuando...


Evangeliário: livro dos evangelhos, usado na missa para a proclamação ou canto do evangelho.


Liturgia das Horas ou Ofício Divino: designação dada à oração de louvor da Igreja, que tem por objetivo estender às diversas horas do dia a glorificação de Deus, que encontra seu ápice na oração eucarística. Está compreendida em quatro volumes:

  • Volume I - Tempo do advento, natal e epifania.
  • Volume II - Tempo da quaresma, tríduo pascal, e tempo pascal.
  • Volume III - Tempo comum (da 1ª a 17ª semana).
  • Volume IV - Tempo comum (da 18ª a 34ª semana).
Rituais: São livros que contêm a celebração dos sacramentos. Em seu início, trás uma Introdução, que resume a teologia, a espiritualidade, a pastoral e as normas práticas. Em seguida, vem a celebração do respectivo sacramento, e no final estão as leituras correspondentes.
  • Ritual do Batismo de crianças
  • Ritual da Confirmação
  • Ritual da iniciação cristã dos adultos
  • Ritual da penitência
  • Ritual da unção dos enfermos e sua assistência pastoral
  • Ritual de exéquias
  • Ritual de dedicação de igreja e de altar
  • Ritual de ordenação de bispos, presbíteros e diáconos
  • Ritual do matrimônio
  • Pontifical Romano
Que tal uma pequena atividade, depois deste estudo? Vamos lá!


Relacione a segunda coluna de acordo com a primeira:


(  1  ) Lecionário dominical                (     ) Rito da missa

(  2  ) Missal Romano                         (     ) Contém leituras dos domingos
(  3  ) Lecionário semanal                  (     ) Volume I: Tempo do advento

(  4  ) Lecionário Santoral                  (     ) Contém leituras dos dias da semana

(  5  ) Liturgia das Horas                   (     ) Contém leituras para festas dos santos
                                                            (     ) Volume IV: tempo comum

                                                            (     ) Orações eucarísticas
                                                            (     ) Volume II: tempo da quaresma

                                                            (     ) Contém prefácios


Vamos fazer o seguinte: você enumera a segunda coluna e deixa um comentário neste artigo com a sequência numérica. Quem acertar terá seu nome e algum endereço (orkut, por exemplo) divulgado aqui no blog.

27 de abr de 2009

Livros Litúrgicos - Parte 1


Os livros litúrgicos são livros que possuem os ritos e os textos para as diversas celebrações. Por nós coroinhas e por qualquer pessoa devem ser tratados com cuidado, zelo e, principalmente, respeito, pois é a partir deles que se proclama a Palavra de Deus e se profere a oração da Igreja.


Vamos começar a falar sobre cada um deles:


Missal Romano: livro que é usado pelo sacerdote para a celebração eucarística. Encontramos no Missal Romano:
  • Rito da Missa (partes que são fixas);
  • Próprio do tempo - advento, natal, quaresma, tempo comum, etc.;
  • Próprio dos santos;
  • Grande coleção de prefácios;

  • Várias orações eucarísticas;
  • Missas rituais - batismo, crisma, profissão religiosa, etc.;
  • Missas e orações para diversas circunstâncias (ou necessidades): pelo papa, pelos bispos, pelos governantes, pela conservação da paz e da justiça, etc.;
  • Missas votivas: Santíssima Trindade, Espírito Santo, Nossa Senhora e inúmeras outras;
  • Missas dos fiéis defuntos.
Em seu início, o Missal apresenta longa e preciosa introdução contendo a Instrução Geral sobre o Missal Romano e as Normas Universais para o Ano Litúrgico e o Calendário, que teremos a oportunidade de falar sobre aqui no Portal do Acólito.


Lecionário: livro que contém as leituras para a celebração eucarística. Não existe apenas um lecionário. Os principais são:


  • Lecionário Dominical: contém as leituras para as missas dos domingos e de algumas festas e solenidades.
  • Lecionário Semanal: contém as leituras para os dias de semana de todo o Ano Litúrgico. A primeira leitura e o salmo responsorial de cada dia estão classificados por ano ímpar e ano par. O evangelho é o mesmo para os dois anos.
  • Lecionário Santoral: contém as leituras para as festas e solenidades dos santos. Estão incluídas também as leituras para uso na administração dos sacramentos e para as diversas circunstâncias.
  • Lecionário do Pontifical Romano: contém as leituras que acompanham o Pontifical Romano, que é um livro que reúne diversos livros litúrgicos usados nas celebrações presididas pelo bispo, por exemplo, crisma, ordenações, instituições de ministérios, etc.
Amanhã continuo com este artigo e disponibilizarei outros subsídios para download.

Download de Dinâmicas para Grupos de Coroinhas


Como eu havia prometido ontem, disponibilizarei a partir de hoje, subsídios para Grupos de Coroinhas:
  • Dinâmicas
  • Textos para reflexão
  • Escalas de serviço
  • Modelo de Regimento Interno
  • Atas, ofícios
  • e-books (livros digitais)
  • Programações de encontros, retiros, etc.
  • E muito mais.
Hoje vou disponibilizar quatro volumes com mais de 100 dinâmicas que você poderá utilizar nos encontros, reuniões, retiros e demais eventos do seu grupo. O download é rápido, menos de 30 segundos. Faça um bom proveito deste material, pois ele o ajudará a tornar os encontros mais dinâmicos e alegres.

Clique nos itens abaixo e o você será redirecionado para a página de download




26 de abr de 2009

Como fazer uma reunião?

O sucesso de uma reunião está na sua preparação.




"Nunca improvise Reuniões!"





Reuniões, encontros improvisados irritam os membros do grupo e levam ao desânimo. Um encontro bem dinâmico, não cansa e garante a participação dos membros nos próximos dias.

A primeira coisa que vamos combinar aqui, você e eu e você com o seu grupo, é esquecer a palavra reunião. Este termo pode muito bem ser empregado para aquele encontro entre coordenadores, ou da coordenação com o pároco. O momento de reunião (reunião no sentido de nova união dos membros) entre os coroinhas, deve ser tomado como um encontro. E para que seja um bom momento, é preciso observarmos algumas coisas:


  • Lembre-se de preparar o ambiente, uma sala adequada, com cadeiras ou bancos. Um cartaz, um quadro negro ajudam bastante;
  • Reúna o grupo em círculo para que todos possam ter um contato visual.
  • Valorize a cada membro pessoalmente. Que todos sejam conhecidos pelo nome. Todos devem sentir-se queridos dentro do grupo.
Algo que acho extremamente importante é que o grupo não ultrapasse 20 membros. Jesus pregava para mais de cinco mil pessoas, mas tinha um outro grupinho que dava mais atenção e que no futuro daria continuidade à Sua missão: os apóstolos, que eram doze como sabemos. Um grupo com muito membros causa a dispersão e o surgimento de "panelinhas", o que logo logo causaria problemas no grupo. Se for o caso, forme outros grupos ou até mesmo forme um grupo de coroinhas meninos e outro de coroinhas meninas. Mas atenção! Um grupo só deve ser organizado em dois grupos de sexos diferentes se já houver uma maturidade dos membros. Em alguns locais isso transcorrerá  perfeitamente, noutros nem tanto. Acima de tudo converse com o seu pároco e decidam o melhor caminho a seguir.



Distribua funções:

Não queira fazer tudo sozinho!

  • Coordenador: aquele que é  responsável e garante a unidade. Não seja líder, mas servo do grupo: não seja autoritário, esqueça a palavra líder, você é um servo; não concentre tudo em suas mãos. O coordenador sabe distribuir os trabalhos.
  • Animador: garante a animação com cantos, brincadeiras, etc.
  • Cronometrista: distribui o horário do encontro.
  • Espiritualizador: introduz e finaliza os encontros, dando a dimensão espiritual ao mesmo.
  • Secretário: faz anotações e cuida do material a ser utilizado no encontro.
  • Tesoureiro: sendo necessário, administra os recursos.


"Conforme a caminhada, vão surgindo novas funções. O importante é que cada um sinta-se responsável e comprometido com o grupo. Também é importantíssimo, que haja um revezamento nestas funções, caso o grupo não possua uma coordenação já formada"
Outras informações:
  • Escolha um texto/ tema bom, acessível e do interesse de todos os coroinhas. Ainda vou apresentar aqui no blog alguns temas e encontros já preparados para que você possa utilizar em seu grupo.
  • Torne o encontro dinâmico. O tempo de reflexão/ oração não deve ser muito grande, a não ser que o encontro tenha este objetivo.
  • Garanta momentos de lazer e companheirismo.


 Favoreça o companheirismo.
  • Valorize muito o serviço que os coroinhas fazem na comunidade.
  • Fique atento para que todos participem, dando a sua opinião. Favoreça a criatividade de todos.
  • Distribua temas de pesquisa entre eles  para depois serem apresentadas no (s) encontro (s) seguinte (s).
  • Utilize técnicas (dinâmicas) variadas. Existe muito material deste gênero. Inclusive, amanhã a tarde você encontrará uma página de downloads de dinâmicas e outros materiais que você poderá utilizar em seu grupo.
  • Finalize o encontro de maneira que cada um leve algo concreto para viver durante a semana.
  • Providencie bons livros, próprios para cada idade.
Converse sobre este artigo com os seus colegas coroinhas e com a coordenação de seu grupo. Até amanhã com uma nova postagem e a página de downloads do Portal do Acólito.

22 de abr de 2009

Recursos para o Retiro: Quando/Onde/Como/ consegui-los?

Quando? Onde? Como 

Retomando a nossa série sobre planejamento - execução - avaliação de Retiros espirituais, vamos falar hoje sobre quando, onde e como conseguir esses recursos. Primeiro vamos relembrar quais são estes recursos:


  • Recursos Financeiros: Os recursos financeiros cobrem os gastos para o planejamento e a execução do retiro. Exemplos:locação do local do retiro, transporte, alimentação, material de secretaria, material de dinâmicas e orações, material de limpeza, etc.
  • Recursos Materiais: são objetos que muitas das vezes o grupo não precisará gastar dinheiro para adquirí-los, pois o Grupo ou os coroinhas podem já possuí-los: cadeiras, mesas, microfones e caixas de som, livros, folhetos de cantos, panelas, talheres, pratos e tantos outros.
  • Recursos Humanos: O próprio nome já diz: são pessoas que, direta ou indiretamente, colaboram com o planejamento, execução ou avaliação do retiro (em em todo o processo).


Saiba mais sobre os Recursos para se realizar um Retiro clicando aqui


Quando, Onde e Como, conseguir, arrecadar, adquirir, comprar recursos para se realizar um Retiro:


Quando:


É indispensável falar que os recursos devem ser adquiridos o quanto antes para a realização do retiro. Já pensou ter tudo bem planejado, o retiro ser noutra cidade, possuir o melhor formador da região e na hora o grupo ter esquecido de contratar um transporte? Tudo deve ser previamente preparado, conversado e adquirido. O mais sábio a ser feito é começar pelas coisas mais importantes: o local onde será realizado o retiro, o transporte, a alimentação, etc. 


A dica é: preparar tudo o quanto antes para evitar correrias e desencontros.


Onde:


A paróquia é (se não é deve ser) o local e a instituição que deverá ajudar mais o grupo a realizar o retiro. O que o grupo pode utilizar da paróquia? Microfones, cabos e caixas de som; cadeiras, bíblias, velas, e muitas outras coisas. Agora tudo isso deve ser usado com responsabilidade e o máximo de cuidado,pois outros grupos, movimentos e pastorais fazem uso também destes utensílios. 


Muitos dos recursos, principalmente os materiais, o grupo e os coroinhas podem já possuir ou conhecer alguém, até mesmo da família que os possua.


Como:


Uma valiosa dica para conseguir recursos, primordialmente os financeiros, é realizar responsavelmente e com a colaboração de adultos, eventos: sorteios, rifas, bingos (ações entre amigos), jantares, "cristotecas", baile a fantasia, etc., etc.


Essas orientações variam de acordo com o Grupo e a condição financeira dos seus membros. O que deve ser bem observado pelos coordenadores é que seja feito tudo em acordo e conhecimento do pároco, principalmente, e dos pais.


21 de abr de 2009

O Ano Litúrgico

Durante um ano inteiro, celebramos a vida de jesus, desde o seu nascimento até a sua paixão, morte, ressurreição e ascensão. O "calendário" estabelecido pela Igreja, denomina-se ANO LITÚRGICO, que é diferente do calendário civil. Ele está dividido em partes chamadas Tempos Litúrgicos:


  • Advento: Tempo de preparação para o nascimento de jesus, Inicia-se quatro domingos antes do Natal e termina com a Festa do Natal, no dia 25 de dezembro.
  • Natal: Dia 25de dezembro: Nascimento de Jesus. Comemora-se até duas semanas seguintes com a Festa do Batismo de Jesus.
  • Tempo Comum (1ª Parte): Inicia-se na segunda-feira após a Festa do Batismo de Jesus e termina na terça-feira, véspera da Quarta-Feira de Cinzas.
  • Semana Santa: Inicia-se no Domingo de Ramos, que faz memória à entrada triunfal de Jesus em Jerusalém e termina e termina no Sábado Santo (Festa da Vigília pascal).
  • Páscoa: Inicia-se no Domingo da Páscoa (Ressurreição de Jesus) e termina 50 dias depois, com a Festa de Pentecostes (Festa do Espírito Santo).
  • Tempo Comum (2ª Parte): Inicia-se na segunda-feira após a festa de Pentecostes e termina no sábado, véspera do primeiro domingo do Advento.

19 de abr de 2009

Jesus cristo existiu mesmo? Ou é só estória?!



Conta a história que certa vez um soldado de napoleão Bonaparte, empolgado com as connquistas do grande imperador da França, lhe disse:


- Imperador, pode fundar a nossa religião e a nossa igreja. Estamos prontos a seguir Sua majestade.


Ao que Napoleão respondeu:

- Filho, para alguém inaugurar uma religião e fundar uma igreja, precisa de duas coisas: primeiro, morrer numa cruz; segundo, ressuscitar ao terceiro dia. A primeira eu não quero e a segunda eu não posso; então, para com esta estória de fundar uma igreja e uma religião.



O fato é: Napoleão não era bom católico, tanto assim que foi o primeiro imperador que não aceitou ser coroado pelo Papa, quando este era o costume da época, e mais, mandou prender o Papa Pio VI, e depois, o Papa Pio VII, quando este não quis concordar com o divórcio de seu irmão jerônimo.


No entanto, Napoleão sabia que só Jesus tinha credenciais divinas para fundar uma religião. 

A Igreja católica é a única que foi fundada expressa e diretamente por Jesus cristo, Filho Unigênito de Dues, Deus verdadeiro. Isto é o que faz dela a única Igreja autêntica. As outras são invenções dos homens.


Mas muitos perguntam, será que jesus Cristo é mesmo Deus? Será que Jesus existiu mesmo? Será que fundou a Igreja mesmo? Vamos responder a cada uma dessas perguntas. Comecemos pela existência histórica de Jesus Cristo.


Além dos Evangelhos e Cartas dos Apóstolos, a mesma História que garante a existência dos faraós do Egtio, milhares de anos antes de Cristo, garante a existência de Jesus. Muitos documentos antigos, cuja autenticidade já foram confirmados pelos historiadores, falam de jesus. Vejamos alguns exemplos:


Documentos de escritores romanos (110-120):


1- Plínio o Jovem (Caius Plinius Cecilius Secundus, 61- 114), sobrinho de Plínio, o Velho, foi governador romano da Bitínia (Ásia Menor), escreveu ao imperador romano Trajano, em 112:


"...os cristãos estavam habituados a se unir em dia determinado, antes do nascer do sol, e cntar um cântico a Cristo, que eles tinham como Deus". (Epístolas, I.X 96)


2- Suetônio (Caius Suetonius Tranquillus, 69-126), historiador romano, no ano 120, referindo-se ao reinado do imperador romano Cláudio (41-54), afirma que este "expulsou de Roma os judeus, que, sob o impulso de Chrestós (forma grega equivalente a Christós, Cristo), se haviam tornado causa frequente de tumultos" (Vita Claudii, XXV).


Esta informação coincide com o relato dos Atos dos Apóstolos 18,2, onde se lê: "Cláudio decretou que todos os judeus saíssem de Roma"; esta expulsão ocorreu por volta do ano 49/50. Suetônio, mal informado, julgava que Cristo estivesse em Roma, provocando as desordens.


Como este post já está ficando deveras "grande demais", o que de fato se confirma, vou dividí-lo em duas ou até três partes. amanhã, trarei novos relatos comprobatórios da existência histórica de Jesus. Espero sua participação através dos comentários.

18 de abr de 2009

Voltamos com carga total


Queridos Acólitos/ Coroinhas e visitantes deste blog. Depois de passar por alguns problemas pessoais, que resultaram na não atualização do Blog, retornaremos com carga total amanhã.


Amanhã publicarei alguns novos artigos. darei continuidade à preparação de Retiro Espiritual, onde falarei sobre como, quando e onde conseguir os recursos (lembrando os recursos: Financeiros, materiais e humanos).


Espero ver você sempre presente aqui no Blog, através de sua visita e de seus comentário. Até o nosso próximo artigo.